O investigador José Pacheco Pereira alertou hoje que apesar das técnicas de manipulação informativa actuais terem raízes na propaganda do século XX, actualmente “muitas técnicas de propaganda vêm de assessores de comunicação e de agências de comunicação”.
Num debate sobre desinformação e democracia, promovido pela Assembleia da República, Pacheco Pereira sustentou que os mecanismos centrais da
Luís Montenegro continua a esforçar-se, com notável insistência, por alimentar os piores tiques do trumpismo — mas sem o folclore nem o carisma. A cada nova revelação de dúvidas sobre questões essenciais das suas finanças e das finanças do PSD, atira-se à imprensa como quem cospe no espelho, acusando jornalistas de espalharem falsidades e exigindo-lhes “rigor”, ao mesmo tempo que tropeça em contr
Um continente rico em recursos naturais, culturas milenares e diversidade humana, mas marcado por séculos de exploração colonial, divisões artificiais e dependência externa.
A história do continente africano não é de inferioridade ou incapacidade, mas de um projecto histórico exógeno. Desde a partilha decorrente da Conferência de Berlim em 1885, passando por um colonialismo violento, e depois
O antigo presidente da UNITA (o maior partido da oposição que, a muito custo, o MPLA ainda permite) Isaías Samakuva disse hoje que Angola vive apenas “uma paz militar” e carece de paz social, considerando que as “tensões sociais”, devido à fome e pobreza (mais de 20 milhões de pobres), não garantem tranquilidade.
Isaías Samakuva considera que “temos apenas uma paz militar, porque, apesar das a
Rafael Marques não é um opositor tradicional. Ele não tem agenda partidária nem sede de poder. O que torna as suas palavras ainda mais devastadoras. Uma crítica sua vale mais do que mil ataques da oposição, porque a oposição critica todos os dias e acaba por criar o hábito. E quando ele fala, as palavras pesam como chumbo.
Se até Rafael Marques, que foi um dos maiores opositores do clã dos San
Escreve a Lusa que num comunicado enviado à Redacção, o Conselho de Redacção (CR) do JN, perante a intenção da administração da Global Media Group (GMG) de avançar com um processo de reestruturação de negociação de acordos de rescisão com carácter de urgência num universo entre 150 e 200 trabalhadores, diz que se isto acontecer pode “significar uma machadada de consequências inimagináveis” na cap
O ex-jornalista José Paulo Fafe, alcandorado a “testa de platina” de um fundo das Bahamas – do qual o único rosto conhecido, sob a forma de “beneficiário efectivo”, é um francês que vive da especulação financeira – que controla a Global Media, mimoseou-me numa entrevista de ontem no Eco, identificando-me como “um tipo de um site”, apenas porque, enfim, fui o primeiro jornalista a identificar que
A comissão parlamentar de inquérito à TAP ainda vai no seu início e já parece a História, em três volumes, de uma República das Bananas. Uma pessoa ouve aquilo e pensa como é possível tamanho deboche e destruição de património público. Sim, a TAP é património público e, ao contrário do palco no Trancão, património daquele que interessa.
Sem grande surpresa, PS e PSD estão naquela comissão em m
Este é o primeiro detalhe da agenda oficial do chefe de Estado francês em Angola a ser divulgado, já que a visita ainda não foi formalmente comunicada.
Carolina Cerqueira que falava no final da V reunião plenária ordinária da Assembleia Nacional, anunciou que a próxima sessão terá lugar em 23 de Março, antecedida de uma sessão solene para a recepção do estadista francês.
Hoje, no duaslinhas.pt, o Jornalista Carlos Narciso apresenta-nos um excelente trabalho – dos muitos que fez – em Timor-Leste e que data do tempo em que havia Jornalistas. Hoje, diz-nos que há, pelo menos, 825 cidadãos timorenses a viver em Portugal, sem casa, sem trabalho, vítimas de exploração e de toda a sorte de abusos.
O país, oh “kunçaraças” parou! A tão ansiada afirmação do poder local, antes da curva do vento, em 2023, sofreu um novo e rude golpe, com a introdução, no léxico partidocrata de uma expressão “polisesterca”: “ASSANHADAMENTE. Ela retrata a negação das tão ansiadas primeiras eleições autárquicas, em Angola.
Ao tentar compreender, a partir do exemplo da Presidente do Tribunal Constitucional ou do procurador-geral de Angola, as razões pelas quais os nossos magistrados (também) têm o cérebro ligado aos intestinos do presidente do MPLA, esbarrei no texto que se segue e que publiquei em 2011. Qualquer semelhança com o que se passa, 11 anos depois, em Angola é, ou não, mera coincidência.
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